segunda-feira, 22 de junho de 2015

Acesso Internacional.



Happy Father's Day to my Daddy. He gave me physical life but more importantly he introduced me to the one who gave me spiritual life. My Best Man, mentor and fr...
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quinta-feira, 4 de junho de 2015

Acessando Diretrizes de brasileiros no exterior.

Decreto 7.214/2010- Diretrizes da política governamental para os brasileiros no exterior

Estabelece princípios e diretrizes da política governamental para as comunidades brasileiras no exterior, institui as Conferências Brasileiros no Mundo - CBM, cria o Conselho de Representantes de Brasileiros no Exterior - CRBE e dá outras providências. A alínea XI do artigo 1º do Decreto prevê ação governamental integrada, sob coordenação do Ministério das Relações Exteriores, com a participação de órgãos do governo com atribuições nas áreas temáticas mencionadas nos incisos anteriores, com vistas a assistir as comunidades brasileiras no exterior.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Internacional.

ACESSO INTERNACIONAL.
Hi guys - Oi gente We just come back from Madrid and I would like to share some picture with you. Acabamos de voltar de Madri e eu gostaria de dividir algumas fotos com vocês. Sam xxxx
WWW.SAMANTABULLOCK.COM

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Política Internacional - Acessando...


Ministério das relações exteriores.
DIREITOS HUMANOS
Política externa para direitos humanos

A política externa para direitos humanos apresenta um país aberto ao mundo, disposto a cooperar e a debater seus pontos fortes e fracos. A maneira transparente e construtiva com que enfrenta seus desafios e o modo não seletivo e não politizado com que aborda os direitos humanos fazem com que o Brasil seja visto internacionalmente como um interlocutor coerente e equilibrado.
A Constituição Federal determina a prevalência dos direitos humanos como um dos princípios que devem reger as relações internacionais do Brasil, além de abrir a possibilidade de que direitos reconhecidos em tratados internacionais se somem aos direitos e garantias fundamentais já consagrados no texto constitucional.
Política externa para direitos humanos no plano multilateral
O Brasil exerce, entre 2013 e 2015, seu terceiro mandato no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (CDH), tendo sido eleito com a expressiva votação de 184 sufrágios do total de 193 países com direito a voto, o que representou o reconhecimento da comunidade internacional pelo empenho brasileiro na promoção e na proteção dos direitos humanos. Nesse órgão, o Brasil tem trabalhado pelo fortalecimento do CDH e enfatiza a não politização e não seletividade; o combate a todas as formas de discriminação e o direito à saúde, bem como a ampliação da cooperação entre os países no combate a violações transnacionais e no intercâmbio de experiências bem-sucedidas. Os outros dois mandatos brasileiros no CDH foram entre 2006-2008 e entre 2009-2011.
Composto por 47 países, o CDH é responsável pelo fortalecimento da promoção e da proteção dos direitos humanos no mundo. Foi criado pela Assembleia Geral da ONU em 2006 e realiza, dentre outras iniciativas, a Revisão Periódica Universal, mecanismo que permite a avaliação da situação dos direitos humanos em todos os Estados-Membros das Nações Unidas.
O Brasil aderiu à quase totalidade dos instrumentos internacionais sobre a promoção e a proteção dos direitos humanos. Ademais, estende convite permanente para a visita de Relatores Especiais e Peritos Independentes do CDH dedicados a averiguar a situação dos direitos humanos pelo mundo. Cabe ao Itamaraty tratar das datas e dos locais das visitas junto às autoridades locais. Desde 1998, o Brasil já recebeu a visita de mais de vinte desses representantes.
Ainda no plano multilateral, o Brasil também acompanha o trabalho dos comitês encarregados de monitorar a implementação dos tratados de direitos humanos. Cabe ao Brasil – ao Itamaraty, em coordenação com a Secretaria de Diretos Humanos (SDH) e outros órgãos federais – encaminhar relatórios periódicos sobre a promoção e a proteção no país dos direitos consagrados nesses tratados.
Política externa para direitos humanos no plano regional
O Brasil participa ativamente dos trabalhos da Organização dos Estados Americanos, e particularmente do Sistema Interamericano de Direitos Humanos. A participação no sistema propiciou avanços no tratamento de questões críticas em áreas como segurança pública, combate ao racismo e ao trabalho escravo, melhoria das condições carcerárias e prevenção da violência contra mulheres. A eleição do brasileiro Roberto Caldas para o cargo de juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos e do brasileiro Paulo Vannuchi para integrar a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) demonstra esse engajamento. Brasília sediou sessão extraordinária da Corte Interamericana em novembro de 2013.
No MERCOSUL, os principais foros dedicados a esse tema são a Reunião de Altas Autoridades em Direitos Humanos (RAADH) e a Reunião de Autoridades sobre Povos Indígenas (RAPIM). A RAADH realizou em novembro de 2013 sua XXIV reunião, e conta com a participação das chancelarias e dos órgãos de governo responsáveis por direitos humanos, como a SDH, no caso brasileiro. A RAPIM deverá ser criada na próxima Cúpula do MERCOSUL e será encarregada de tratar da promoção dos direitos dos povos indígenas. Pelo Brasil, o Itamaraty apoiará a liderança da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) nesse órgão.
Na UNASUL, o tratamento de direitos humanos dar-se-á no Grupo de Alto Nível de Cooperação e Coordenação em Direitos Humanos. O órgão ainda definirá sua estrutura, sua agenda e suas formas de participação.